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Acabou o Dinheiro! O que fazer agora no Condomínio!

Todos nós sabemos quem toma conta da chave do cofre do condomínio. Tomar conta do cofre não é tarefa simples, uma vez que não raro o fenômeno da inadimplência bate à porta.

O papel do síndico é não deixar que as contas se desequilibrem. Há vários motivos que provocam esse desequilíbrio, mas um dos principais é, justamente, a má gestão.

Aqui, é importante destacar a peculiaridade existente na administração financeira de um condomínio. A arte está verdadeiramente no equilíbrio. Apesar de ser gerido como empresa, não possui finalidade lucrativa, o que faz com que não acumule dinheiro.

Da mesma forma, não pode ser deficitário. É puramente o equilíbrio em cima do muro, como já dizia o poeta.

Feito o fundo de reserva e rateio das despesas ordinárias, é passo para a previsão orçamentária. Ainda assim, mesmo que tal previsão seja muito bem feita, analisada e revisada, nada impede que eventualidades peguem o condomínio.

Obras de emergência, necessidades de manutenções não programadas, além de imprevisibilidades no âmbito jurídico, como ações trabalhistas, podem trazer dor de cabeça ao síndico, que precisará reorganizar o caixa condominial para enfrentar o momento de turbulência.

Isso, sem deixar de falar na inadimplência, com potencial de crescimento em razão da instabilidade econômica pela qual passa o país.

O que fazer então quando o dinheiro acaba?

Nesse sentido, saiba desde já: Não existem milagres!

Há muito trabalho por parte do síndico e algumas frentes de atuação que contribuirão para contornar o problema financeiro enfrentado.

Não se pode nem se deve agir de modo aventureiro.

Antes de qualquer tomada de decisão, é essencial traçar um plano estratégico de recuperação.

Ele deve ser fundamentado na revisão da previsão orçamentária, o que permitirá analisar melhor a situação para promover as adequações necessárias.

A comunicação e transparência com os condôminos é algo muito importante também.

Sim, síndico, saiba que você não está sozinho nessa. Você é o responsável pela condução, mas a lei garante o que chamamos de “Solidariedade Condominial”. Sabe o que é isso?

O condômino responde por todo ônus do condomínio.

Assim, situações de vulnerabilidade ou de emergência devem ser comunicadas e compartilhadas com os condôminos, para que avaliem a necessidade de realizar um rateio extraordinário.

Quando o condomínio, mesmo com a tentativa de rateio, não consegue suprir receita para as despesas ali apresentadas, outra frente de socorro pode ser buscada, no caso, o empréstimo.

Hoje, é possível encontrar no mercado linhas específicas para condomínios, com taxas alinhadas ao mercado empresarial, oferecido por empresas que, inclusive, prestam assessoria de projetos de melhoria da gestão financeira condominial.

Além de rateios extraordinários e linhas de empréstimo junto às instituições financeiras, em situações de falta de caixa, o corte de gastos é conduta obrigatória.

Sim, eu sei que ninguém gosta desse caminho, mas ele é necessário.

Para isso, dois são os meios: revisão e análise de eventuais pontos de evasão de dinheiro passíveis de ajustes, principalmente em gastos tidos como não essenciais; e a renegociação de contratos com fornecedores e prestadores de serviço.

Aqui, novamente, é fundamental a comunicação clara e transparente com os condôminos.

O síndico deve chamá-los para apresentar esse plano de corte e renegociação, revelando os detalhes da situação em que se encontra o condomínio, de modo que a construção do caminho para o retorno à estabilidade financeira seja conjunta.

No campo da renegociação, é válido também o equilíbrio das contas com os inadimplentes. É fato, se o condomínio está sem dinheiro, existem unidades inadimplentes.

 

Nós aqui da ZDL ADVOGADOS nos encarregamos disso pra você.

Com a nossa gestão de inadimplência, os resultados já são sentidos no mês seguinte ao início da atuação. Facilitação de acordos, equipe treinada e qualificada, meios de contatos disponíveis, formas de pagamento atrativas e uma boa conversa conseguem reverter qualquer quadro de inadimplência.

O caminho para o equilíbrio das cotas na hora do aperto passa por 2 critérios muito afastados de nosso dia a dia como brasileiros: estudo e planejamento.

O síndico precisa estar preparado para momentos de tranquilidade financeira em seus condomínios, viabilizando e implementando melhorias, tanto quanto deve estar pronto para momentos de instabilidade de recursos, que o obrigue, com muita resiliência, a tomar decisões para superar a ocasião, em ações sempre pautadas na responsabilidade.

Conte com a ZDL ADVOGADOS para equilibrar as contas do seu condomínio.

Clodoaldo de Lima é Sócio da ZDL ADVOGADOS.

 

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