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A Quantidade deriva da Qualidade!

Eu não fundei um negócio aos 13 anos.

Eu não morei fora do Brasil.

Eu não ganhei nenhuma premiação espetacular.

Eu não tenho milhões de seguidores.

Eu não ganhei R$1 milhão antes dos 25 anos.

Eu não saí em nenhuma capa de revista.

Eu não tive filhos.

Eu não tive 10 clientes no meu primeiro ano de trabalho.

Eu não tive 100 condomínios até a minha primeira década de trabalho.

Fim.

Esse é o meu currículo, visto de outra forma. Ninguém se apresenta assim ao mercado, mas ele é verdadeiro. Essa lista de coisas que não conquistei pode me fazer parecer um fracassado ou pouco ambicioso. Mas eu não acho que nenhuma dessas duas expressões me descrevem.

E você, o que vê quando olha para o seu histórico profissional? Quais sentimentos aparecem quando lembra dos lugares por onde passou? Vê um caminho cheio de pedras ou de flores para trás? Como são os rastros que deixou?

Você fica mais satisfeito com o que conseguiu ou incomodado com o que não alcançou? Fica alegre com o jardim que cultivou ou chateado em ver a grama do vizinho mais verde?

Digo isso porque entre lives, eventos, bastidores e corredores de condomínios, uma pergunta circula entre muitos profissionais:

Quantos clientes você tem? 

Quantos condomínios atende?

 Qual o tamanho da sua equipe?

 Quanto você ganha?

Desde jovens somos forçados a nos compararmos constantemente com os outros: os aprovados em um determinado vestibular não são as pessoas que dominam uma matéria escolar, mas as 100 que tiram as notas mais altas na prova.

Se dois nadadores quebrarem recordes mundiais na mesma prova olímpica, apenas o que chegar à frente recebe uma medalha de ouro. E os processos de seleção em geral têm centenas de candidatos concorrendo a uma única vaga.

O seu salário parece bom, até você saber que seus vizinhos estão ganhando mais.

O seu bíceps parece bonito, até aparecer aquele post do influencer malhado na timeline. O seu currículo parecia bom, até ver que no Linkedin aquele síndico ou advogado que possui 100 condomínios na carteira.

E é aqui que a gente se transforma em um competidor profissional.

Impressionante como o número se transforma quase em uma meta a ser batida. Não sou mais ou menos profissional pelo número de clientes atendidos. Poderia até se dizer se a métrica fosse baseada sim em números, mas de clientes satisfeitos.

Ao passo que crescemos, percebo o quanto o mercado condominial está muito ligado na quantidade e não na qualidade dos atendimentos. Eu não vejo assim.

Não tem fórmula mágica. Cada condomínio é único e o número de clientes é pura consequência do trabalho e não meta a ser atingida. Quanto mais nos doamos, maior o reconhecimento e consequentemente maior o número de pessoas atingidas pelo nosso trabalho.

Ambição é ótima para nos incentivar a buscar mais. Mas é perigosa se virar uma obsessão em querer ter, ser ou parecer mais que os outros. 

Cuidado ao questionar aos gigantes do mercado como eles conseguiram muitos clientes: talvez você se impressione que a quantidade deriva da qualidade e não o contrário. 

Entendo que nem sempre os condôminos têm o tempo e a sensibilidade necessárias para identificar os nossos potenciais em uma longa conversa de apresentação do seu trabalho em condomínios, por isso é tão importante ter um trabalho a se mostrar. O exemplo arrasta e pude ver recentemente em uma assembleia de eleição de síndico em um condomínio da grande São Paulo.

Romulo David é síndico profissional de alguns condomínios na Capital. Representa a JH Sindicância, empresa consolidada na área.  Alguns condomínios são bem grandes. Ele se candidatou ao condomínio “gêmeo” ao dele que passa por graves problemas políticos. Há poucas semanas fui convidado a uma reunião com o corpo diretivo, e me deparei com um condomínio mais bem organizado, melhor amparado, melhor administrado. Por serem condomínios vizinhos – a reunião foi onde Romulo já era síndico há mais tempo – fica impossível não compararmos: o que faz 2 condomínios com as mesmas características estarem em situações tão diferentes?

Certamente passa pela qualidade da gestão. Na assembleia desse condomínio que elegeu Romulo recentemente, estavam todos aflitos e ansiosos por um síndico que não tivesse outros condomínios. Ao simplesmente se apresentar como síndico do condomínio “espelho”, bingo: foi eleito com quase unanimidade. Saí dessa assembleia com ainda mais certeza da minha métrica: É a qualidade que traz a quantidade.

A propósito, esqueci de mencionar…. também não fui ao show do Coldplay, me desculpem por isso.

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